segunda-feira, 23 de abril de 2012

Por que Deus não nos fez direto no céu?


A pergunta: “Por que Deus não nos criou diretamente no Céu ou no inferno”, causa muitas vezes dúvida na cabeça das pessoas, pois passa a ideia de um Deus “anti-lógico”. Se Ele poderia fazer isso, por que   então não fez? Passo a seguir alguns dos motivos pelos quais Ele, em sua Onisciência, poderia ter criado os seres humanos na Terra para, depois, integrar o Céu:

1) Em primeiro lugar, Deus nos deu a decisão de escolha. Deus criou anjos e deu o livre-arbítrio a eles, se assim não fosse então não haveria rebelião no Céu, onde Lúcifer arrastou consigo um terço dos anjos em sua rebelião, sendo expulso do Céu. Deus criou seres-humanos. E o que Ele fez? Deu o livre-arbítrio a eles também. Tudo o que Deus criou ele dotou de livre-arbítrio, a decisão de escolher entre segui-lo ou não. De outra forma, Deus iria ter criado “robôs” que o seguiam simplesmente porque não tem outra escolha. Se fosse para fazer isso, então nem criaria nada. Seguiríamos a Deus por obrigação, e não por escolha. Deus fez com que verdadeiramente tivéssemos o livre-arbítrio e escolher se gostaríamos ou não de segui-lo.

Se Deus nos criasse direto no Céu, não seria preciso ter fé para acreditar Nele. Nós não seríamos justificados pela fé, como está escrito: “Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef.2.8). Deus nos deu diversas provas, no Céu e na Terra, e em todo o universo, da Sua existência, de modo que não temos desculpa para negarmos a ele, pois o próprio universo em si atesta para a sua existência: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm.1.20).

Ele quis dar a oportunidade de escolhermos para onde gostaríamos de ir, mostrando assim que é um Deus de Amor e de Respeito, respeitando nossa decisão. Se Deus tivesse criado todos no Céu, poderiam dizer: “Ah, eu estou aqui porque o Senhor me criou aqui, me obrigou a viver aqui, não fui eu quem escolhi.” E se Deus tivesse criado todos no inferno poderiam dizer: “Ha eu estou aqui porque o Senhor não me deu chance de escolher.” Então a escolha é nossa. E o que determina para onde iremos é a nossa fé nEle, que produzirá em nós boas obras. E isso não é nenhum trabalho difícil, pois, como disse, o próprio universo atesta para a Sua existência. O que realmente é difícil são as pessoas admitirem que há um Deus, pois assim teriam também que abandonar ao pecado, pois seguir a Cristo é renunciar, renunciar a este mundo e viver uma vida de santidade. Isso é demais para muitos aceitarem.

2) Deus está fazendo uma seleção. Não é todo mundo que entra no Céu. Apenas os santos entram no Céu. Hebreus 12.14 diz que “sem santidade NINGUÉM verá ao Senhor”. O lugar onde Deus habita é um lugar santo, não é um lugar onde entra qualquer um. Todos pecaram, isso é fato. Mas o sangue de Jesus purifica todo o pecado daqueles que o aceitam como o Senhor e Salvador de sua vida, e seguem em uma vida de santidade ao Senhor. É sobre isso que Paulo escreve em Romanos 11.5 – “Assim, hoje também há um remanescente escolhido pela graça”.

Noutras palavras, Deus está fazendo uma seleção. Aqueles que são moldados, aperfeiçoados, e declarados santos, esses sim vão desfrutar da glória com Cristo, pois apenas os santos entrarão no Céu (Hb12.14). O resto irá ser aniquilado na segunda morte, que é o lago de fogo. Aos santos será dado a vida eterna, aos perdidos a vergonha e o desprezo eterno, que é passar a eternidade longe de Deus. É muito comum hoje em dia a referência (falsa) de que “muita gente vai para o Céu”, simplesmente porque Deus é bom.

Mas a Bíblia deixa muito bem claro que serão poucos aqueles que desfrutarão da vida eterna. Mateus 7.13,14 diz: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”.MUITOS são os que entram no caminho da perdição, e POUCOS entram pelo caminho que leva à vida (eterna). Jesus Cristo nosso Senhor ensina que apenas “aquele que perseverar até o FIM, este será salvo” (Mt 24.13). A teoria falsa de que “muita gente” vai para o Céu parte do princípio de que os não-salvos irão passar a eternidade queimando no fogo do inferno e, sendo assim, um Deus bom e de amor não poderia deixar pessoas sofrendo tudo isso; logo, muito mais gente iria para o Céu. Essa teoria errônea também abre espaços para doutrinas como a do Purgatório, por exemplo, sendo assim, aqueles que “não forem tão merecedores assim” ainda podem entrar no Céu, passando pelo “fogo”...

Mas tudo isso está ERRADO. O lago de fogo não é um lugar onde as almas passam a eternidade queimando [almas queimam?], o lago de fogo é um lugar onde a alma dos não-salvos será lançada para ser morta, o lago de fogo é a segunda morte (Ap 20.14). A conclusão é que apenas o grupo mais seleto, moldado, aperfeiçoado, escolhido, e que passou pelas tribulações e aflições dessa terra perseverando até o fim, é que será salvo, e esse povo santo irá reinar com Deus no Céu. ESSA é a verdade. Deus não nos criou direto no Céu porque apenas os merecedores entram lá; porque apenas aqueles que perseveraram terão o gozo de entrar no Santo dos Santos, e desfrutar da eterna paz que é passar a eternidade com Cristo Jesus nosso Senhor.

3) Se Deus nos criasse direto no Céu, nós JAMAIS saberíamos o quão bom é o Céu. Como nós saberíamos que o Céu é um lugar bom, de recompensa, se nós não temos nenhum comparativo? Ora, o rico só se dá conta de como é boa a sua vida, quando vai para a África viver em condições sub-humanas! Aí sim ele aprende a valorizar aquilo que ele tem! Ora, se nós fossemos feitos para esta direto no Céu, sem nenhum comparativo, sem nenhum outro lugar que tivéssemos passado, jamais saberíamos o quão bom é este lugar, para onde os salvos vão. O Céu será um lugar onde não haverá tristeza, nem pranto, nem luto, nem aflição. Ora, apenas se tivéssemos passado em algum lugar por tristeza, pranto, luto e aflição é que saberíamos o significado disso. Estaríamos no Céu sem saber o por quê, sem valorizar aquilo que temos e adorando a Deus por obrigação! “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”. (Ap 21.4).

4) E, por fim, o que considero o maior dos motivos: Jamais saberíamos o quanto Deus é bom! Jamais Deus ofereceria o seu próprio Filho, o seu filho único, para morrer por nós, pelos nossos pecados, porque não teríamos pecados! O amor de Deus o Pai se derramou em nós, a saber, por meio do sacrifício vicário de Jesus Cristo por nós, porque “Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3.16). Deus amou o mundo!!!

Ele amou tanto eu e você que deu o seu próprio Filho para morrer por nós, pecadores, para sabermos o quanto Deus é bom!!! Se Deus nos tivesse feito direto no Céu, jamais nós saberíamos o quanto Deus nos ama ao ponto de fazer uma atitude dessas por amor a todos nós!!! Louvado seja o Senhor! Jamais nós saberíamos o que é a “graça”, jamais nós saberíamos o significado da graça de Deus, pois “pela graça Dele nós somos salvos, e isso não vem por obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9). Não vem por obras, vem pela graça, a graça que atua pelo amor, pelo amor do próprio Deus Vivo por nós! Quão maravilhosos são os desígnios de Deus! “Maravilhosos são os teus testemunhos, portanto, a minha alma os guarda” (Sl 119.129).

“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Rm 5.8)


Por: Lucas Banzoli. 

17 comentários :

  1. São falacias meu filho. Eu não sabia direito o que estava fazendo mesmo.. e o céu nem está pronto ainda, não sei mais o que fazer.

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    1. Vou ignorar a blasfêmia / ironia contida no comentário, e peço que especifique passo a passo onde estão as falácias neste texto.

      Abraços, Paz de Cristo.

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  2. Ei david! Referente ao ceu, depende exclusivamente de um determinado ponto de vista.

    Pelo ponto de vista observado a partir de onde estamos, imaginar o ceu nao é tao dificil, pois é facil dizer (pelo fato de estarmos na terra) que o ceu esta "acima" e o inferno esta "abaixo", nao sei se vc ja observou por outro lado imagine que podemos ver nosso sistema solar, e focamos nossos olhos para a terra, quando pensa em ceu "acima" ou inferno "abaixo" nao faz mais sentido, essa afirmação de que o ceu é "acima" ou que o inferno é "abaixo" só pode ser feita se observarmos o universo da terra, levando em consideração a ideologia cristã. Entao deixo a pergunta o que é o ceu quando observamos o universo? Quando pensamos em "ceu" ou "paraiso" outra pergunta vem em mente, entao o ceu é um planeta segundo a bilbia? Logo tudo que o ser humano tem que fazer é encontrar tal planeta, entender como viajar dobrando o espaço e tempo, melhorar nossa tecnologia (diga-se de pessagem estamos vivenciando apenas o começo da era tecnologica).

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    1. Eu não gosto de usar o termo "céu" justamente porque causa esta confusão, principalmente aqui no blog. Era comum no passado dizer que Deus estava no céu porque o céu passa uma ideia de vastidão, e era algo pouco conhecido pelos antigos. Assim como pensavam no inferno como algo subterrâneo porque as pessoas quando morrem são enterradas. Estas ideias são úteis para o entendimento do conceito, mas não são verdadeiras. Na verdade, a Bíblia fala claramente que existirá um lugar onde os salvos viverão em comunhão com Deus e um lugar onde alguns serão condenados, mas fala muito pouco de onde ou como serão estes lugares. Os textos que falam sobre o assunto não são claros e dao margem a interpretações. Por exemplo, lendo o final do livro de Apocalipse não dá pra saber se o "céu" é um outro planeta ou a Terra restaurada depois da destruição no "fim do mundo". Bem, eu acho que não é importante que saibamos de detalhes como estes agora.

      Já leu minha série de artigos sobre o inferno? Procure a categoria "Inferno" aqui no Menu Principal, na barra lateral.

      Abraços, Paz de Cristo.

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  3. Nos comentários que se seguiram ao artigo “Lista de seres mitológicos da Bíblia? (Parte 2)” coloquei algumas perguntas relacionadas à criação do homem. Basicamente, os questionamentos foram colocados em termos do (i) propósito de Deus a criação do homem e do (ii) comprometimento do homem com esse propósito.

    Foi quando o David ponderou, acertadamente, que essas questões estariam afastadas do objetivo original daquele artigo. Daí, já que temos este artigo aqui, tratando dessas questões, melhor trazer aquela discussão para cá.

    Já esse artigo não é do David, mas fica implícita sua concordância parcial com o teor do texto, já que não apresentou ressalvas, exceto a referente ao uso do termo céu. Mas isso não tem importância; o objetivo não é concordar ou não com o artigo, mas apenas esclarecer algumas questões. Vejamos...

    I)Foi colocado que:

    a)Deus criou o homem para que este o glorificasse (ou o seguisse como aparece no artigo acima);

    b)Mas Deus dotou o homem de livre-arbítrio, “a decisão de escolher entre segui-lo ou não”;

    c)E segui-lo para onde? Para um lugar onde o homem viverá em comunhão com Deus, glorificando a Deus (cumprindo o propósito para o qual fora criado).

    Se for isto, cada homem decidirá, por seu arbítrio, se deseja ir para o céu, ou não. Até aqui, essa decisão não é de Deus, mas de cada homem. Este recebe a liberdade e, consequentemente, a responsabilidade pela decisão. A pergunta, então é:

    Por que o homem deveria escolher seguir (ou glorificar) a Deus?

    II) Continuando, o artigo informa que “Deus está fazendo uma seleção”. Muito embora o texto não esclareça, é óbvio que participam dessa seleção apenas aqueles que escolheram seguir a Deus (“mostrando assim que é um Deus de Amor e de Respeito, respeitando nossa decisão”). Se Deus incluísse nessa seleção aqueles que escolheram não segui-lo, estaria desrespeitando a decisão desses homens.

    Também nos informa o texto que “apenas o grupo mais seleto, moldado, aperfeiçoado, escolhido, e que passou pelas tribulações e aflições dessa terra perseverando até o fim, é que será salvo”.

    Então, nessa fase da seleção, aqueles que escolheram seguir a Deus estão sendo moldados e aperfeiçoados. Por quem?

    III) Há no artigo a argumentação de que “apenas se tivéssemos passado em algum lugar por tristeza, pranto, luto e aflição é que saberíamos o significado disso” e teríamos, por conseguinte, condição de sabermos “o quão bom é o Céu” e “o quanto Deus é bom!”

    Passamos por tristeza, pranto, luto e aflição (sofrimento) porque se “nós fôssemos feitos para estar direto no Céu, sem nenhum comparativo, sem nenhum outro lugar que tivéssemos passado, jamais saberíamos o quão bom é este lugar”.

    Mas, se o argumento é válido, isto é, se para comparar e escolher é necessário conhecer, o que deveríamos conhecer não seria o céu e o inferno, nas suas configurações completas?

    IV) Por fim, considerando a sistemática exposta no artigo, ao final poderemos ter 3 grupos:

    a) o grupo dos que escolheram seguir a Deus, foram moldados e aperfeiçoados de forma a atender os critérios da seleção e tornaram-se merecedores de entrar no céu;

    b) o grupo dos que escolheram seguir a Deus; mas, por algum motivo, não cumpriram os requisitos da seleção;

    c) o grupo dos que escolheram não seguir a Deus.

    Aqueles que estiverem no primeiro grupo, não há dúvida, vão “desfrutar da eterna paz”. Quanto aos dois outros grupos, fico na dúvida: é certo que ambos vão para o inferno, mas não haverá um benefício, mínimo que seja, para aqueles que escolheram seguir a Deus mas não conseguiram?

    Talvez o comentário tenha ficado um pouco longo, mas ao cabo são "apenas" 4 perguntas. Teria outras, abordando outros aspectos do artigo, mas fica para depois.

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    1. Nossa, você é insistente... a minha intenção era continuar a nossa conversa um pouquonho por e-mail e depois reunir todo o material e publicar aqui no blog como se fosse um debate. Mas já que você não quer, vou colocar a minha resposta, que já estava pronta, lá no outro artigo...

      e depois eu respondo esse aqui.

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  4. Desculpe-me, mas...

    i) você não explicitou essa intenção. Tua alegação foi a de que as questões colocadas estariam se afastando do propósito original daquele artigo, o que causaria desorganização nos artigos;

    ii) se é essa a alegação, a sugestão de continuar a conversa por e-mail é uma possibilidade, claro! Mas, podemos ter outras possibilidades, como a que eu coloquei: trazer aquela discussão para um post que teria afinidade temática com as questões colocadas;

    iii) daí, eu disse que traria as questões para este post e, caso você concordasse, continuaríamos daqui. Repetindo: continuaríamos daqui, caso você concordasse!

    iv)não insisti para que usássemos aquele post, nem insisto par que usemos este!

    Portanto, não entendo onde estaria minha insistência. O fato de não aceitar, de pronto, tua sugestão para que usássemos o e-mail não significa que eu tenha insistido; posto que não continuei usando aquele post.

    Quanto ao uso do e-mail (seja porque as questões colocadas não tinham afinidade com o artigo original - tua alegação inicial, seja porque você tem a intenção de continuar a conversa por e-mail e depois publicar como debate - tua alegação atual) significaria levar para o privado uma discussão que começou pública.

    Sinceramente não acho justo fazer isso com as pessoas que, eventualmente, começaram a acompanhar essas discussões. Ademais privaríamos eventuais contribuições dessas pessoas. Por isso, prefiro, se for operacionalmente possível, continuar a discussão no blog.

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  5. Me desculpe, eu estava esperando que você aceitasse a proposta de continuar por e-mail, isto é meio que um procedimento-padrão pra mim. Não posso te obrigar a seguir os procedimentos, mas já que vai ser assim não vou me alongar muito pois já estou muito relutante quanto à quantidade de informação que estamos inserindo nos comentários (me desculpe também quanto à minha obsessão por organização).

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  6. Pas de problème. Aguardo tuas respostas para continuarmos.

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  7. Caro, sou ateu e gosto de frequentar seu blog, pois gosto de entender o que pensa, digamos assim, "o outro lado". Também tenho um blog, no qual retrato a perspectiva do ateísmo, e lá fiz menção a esse post seu.

    Caso tenha interesse no dilema que propus e na reposta aos seus argumentos: http://omundodasilusoes.blogspot.com.br/2013/10/a-ilusao-do-paraiso.html

    Abraço!

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    1. Interessante a sua resposta Diego. Acabei de ler o texto, se tiver algum tempo depois faço uns comentários lá.

      Abraços, Paz de Cristo.

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  8. Por que ele nos ama nós conhecemos o caminho do mal e do bem Jesus morreu na cruz para nos dar liberdade nos da a vida eterna Deus o todo poderoso ele nos fez na terra para nos termos a liberdade de escolher o caminho do mal ou o caminho do bem nos temos a sabedoria que ele nos deu escolha o seu caminho existem dois caminhos o do pai da mentira Lúcifer e o do pai da verdade Deus e o seu filho Jesus os dois são um só devemos também sermos um um só povo Deus Jesus e o seu povo reinarão para sempre você e livre escolha o seu caminho eu já escolhi o meu e será com o nazareno o Deus que tudu fez Deus e como o vento você não vê mais você sente feliz natal .

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    1. Deus todo poderoso amo o senhor viu uma boa noite pra vc te amo muito vc é muito lindo e legal muito obrigado por adoro todos nós eu escolho ir com Jesus Cristo serei feliz, e sou.😘💋❤

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    2. Deus todo poderoso amo o senhor viu uma boa noite pra vc te amo muito vc é muito lindo e legal muito obrigado por adoro todos nós eu escolho ir com Jesus Cristo serei feliz, e sou.😘💋❤

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  9. Eu não sou um ateu eu tenho fé não sou vazia por dentro o que que vocês acham o universso surgiu de uma explosão o big bag ! Se Deus não fez o universso quem foi que fez? eu acredito! acredite também eu te fosso esse convite para ver o meu mestre hoje mesmo não para o velo em carne e osso e sim para velo em espirito sentilo como vento o espírito santo se move em mim! Que alegria da vontade de pular só me calarei quando eu morrer só pararei de falar do meu deus no meu fim eu falarei a palavra de deus nos quatro cantos do mundo Se você não acreditar do mesmo jeito eu te amo meu irmão deus perdoará todos os seus pecados não sete vezes mais setenta vezes sete ele me escolheu mais também escolheu você vamos andar na Nova Jerusalem rruas de ouro mar de Cristal eu te Digo uma coisa se você crer você vera a gloria de deus creia nessas palavras que eu em verdade estou te falando acrediti não custa nada se você leu e Acreditou eu ti verei no reino dos céus .

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  10. Só um detalhe que estás ignorando, Deus nos criou no paraíso. Adão e Eva foram expulsos de lá e tinham livre arbítrio também. Lá não é só adoração, Adão e Eva viveriam na plena felicidade junto ao Senhor o conhecendo. Ele nos deu poder sobre lá.

    "E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.
    Gênesis 2:15"

    Não adoração insana.

    Daí, eles foram tentados e expulsos e nós, por alguma razão, estamos pagando por causa disso.

    Os anjos foram criados antes de nós e também caíram, também tinham livre arbítrio e mesmo assim Deus nos criou no paraíso com ele. Ou seja, não essa ideia de "conhecer o mau" não foi desde o início. Tem uma frase muito curiosa em gênesis que trás vários significados ocultos, que é a razão de tudo isso.


    "Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente,
    Gênesis 3:22"

    Aqui dá a entender que Deus não quer que o homem se torne um igual ou que tenha ultrapasse um limite e por isso é punido. Essa sentença é muito reveladora:

    Deus conhece o mal? Já que o homem não pode se tornar um de nós "conhecedoras do bem e do mal" e ser eterno ao mesmo tempo. Para impedir isso, então somos punidos. Ele nos tira a imortalidade e nos joga aqui, talvez para aprendermos a tirar o mal de nós, talvez porque somente Deus possa lidar com isso, ou porque seria um perigo para o universo, sei lá. Mas não, no início conhecíamos Deus, não sabíamos do sofrimento, não era só adoração, e nada de "carência".

    A grande pergunta que jamais saberemos responder: O que o diabo estava fazendo ali? Já não caíram? Como ele entrou no paraíso se já estava preso e condenado? Como pode entrar no paraíso se só os santos entram lá? Porque não destruiu o demônio logo de cara, que foi o responsável por tudo, e "desfez" o acontecido? O quão forte é esse fruto que nem Deus o desfez? Porque diabos esse fruto estava lá se ninguém pode pegar??? Tem muita coisa em gênesis importante que não pode ser ignorada.


    Agora a pergunta é: porque Deus não voltou no tempo e desfez o acontecido? Porque não destruo Satanás logo de cara sendo que é ele que nos faz pecar? Afinal, Deus irá destruir o diabo um dia, porque esperar? porque não o destruir agora? Aí ninguém seria pecador, já q Deus não criou o pecado.

    Tudo está acontecendo por causa do Diabo. A idéia de livre arbítrio meio que se perde nisso tudo. Se o mal será destruído algum dia e ele é o que causa o pecado, portando a "opção" do mau, do "caminho" contra Deus, porque criá-lo?

    Somos todos pecadores (por causa do diabo), se a porta é tão estreita assim, porque deixar o diabo nos tentar? Porque nos criar para que a grande maioria seja punida? Você fala em livre arbítrio, mas quando você é punido por algo, e recompensada por outro, isso não é liberdade, você vive dentro de um sistema com regras e duras e esse próprio sistema te condiciona, vou dar um exemplo: se você seguir a Deus receberá "X", se não "Z", se Deus quer sinceridade de coração mesmo, não seria mais lógico não existir as duas? Ai você realmente estaria adorando Deus, de coração, não por um premio, ou medo de punição, MAS LIVRE. Isso não seria sinceridade pura? Você ama seu pai e mãe por expectativa de receber algo, ser premiado ou porque eles de deram amor e você então retribuí ele? Qual o verdadeiro amor? Não estou falando em justiça da parte dos que se sacrificaram, estou falando da sua proposta de Deus ter feito isso para receber o verdadeiro amor, adoração e reconhecimento.

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    1. Obrigado pela participação, Elka!

      Abraços, Paz de Cristo.

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