sábado, 9 de maio de 2015

Sem margem para dúvidas: 23 Argumentos para a validade histórica da Ressurreição de Jesus Cristo


Se for verdade, a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos é o evento mais importante na história da humanidade, e, portanto, o mais crucial para estabelecer como um evento histórico autêntico. De fato, a ressurreição é a pedra angular da fé cristã, que mantém unidas cada uma de suas reivindicações e bênçãos. Se a ressurreição pudesse ser comprovada uma fraude, o Cristianismo se desintegraria como uma estória totalmente montada e com pouco mérito redentor. Jesus não seria sequer um exemplo de um "bom professor moral", como alguns sustentam, já que sua predição mais importante - que ele seria ressuscitado dos mortos - seria constatada como mentira.

Como cristãos, nossa própria salvação depende em grande parte da confiabilidade dos quatro registros históricos do nascimento, vida, morte, e especialmente a ressurreição de Jesus Cristo. Uma crença profundamente arraigada na ressurreição como um fato da história é um elemento vital para a nossa salvação eterna. Romanos 10. 9 afirma: "Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo." Estamos brincando com a base da nossa salvação quando nós levamos em conta qualquer dúvida sobre a precisão histórica de alguma parte da Escritura. Contudo, os trechos que fazem reivindicações históricas das quais depende a nossa salvação são os mais cruciais.

Portanto, aqueles que argumentam que a historicidade da ressurreição não é demonstrável e até mesmo desnecessária estão contradizendo o depoimento das testemunhas apostólicas. Na verdade, todo o ministério do Apóstolo Paulo foi construído sobre o fundamento da ressurreição, e foi o seu encontro pessoal com o Cristo ressuscitado que o fez desenvolver uma inatacável convicção na realidade deste evento. Destacamos a seguir declarações de Paulo sobre as consequências para a fé cristã se a ressurreição de Cristo não aconteceu de fato:

" (...) e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm.Mais que isso, seremos considerados falsas testemunhas de Deus, pois contra ele testemunhamos que ressuscitou a Cristo dentre os mortos. Mas se de fato os mortos não ressuscitam, ele também não ressuscitou a Cristo. Pois, se os mortos não ressuscitam, nem mesmo Cristo ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados. Neste caso, também os que dormiram em Cristo estão perdidos.Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo as primícias dentre aqueles que dormiram." 1 Coríntios 15.14-20

Mais tarde em sua vida, testemunho público de Paulo para a ressurreição de Jesus Cristo e sua proclamação do Evangelho em Éfeso causou um alvoroço tal que as autoridades romanas o levaram em custódia protetora para não ser morto pelos judeus. Após vários apelos de acordo com a lei romana, Paul encontrou-se de pé diante do rei Agripa, seu último nível de recurso antes do próprio Imperador.

Tendo sido dada permissão para falar livremente, Paulo se lançou em um apaixonado relato de sua vida, culminando com seu encontro com Cristo ressuscitado no caminho de Damasco. Quando Paulo, em seguida, invocou a profecia do Antigo Testamento sobre a ressurreição, o governador, Festo, interrompeu-o e disse-lhe que ele era louco. A verdade da brilhante resposta de Paulo permanece estampada nas páginas da história humana.

"Respondeu Paulo: "Não estou louco, excelentíssimo Festo. O que estou dizendo é verdadeiro e de bom senso. O rei está familiarizado com essas coisas, e lhe posso falar abertamente. Estou certo de que nada disso escapou do seu conhecimento, pois nada se passou num lugar qualquer."Atos 26.25,26 

Amém! E é por isso que, em conjunto, as seguintes provas históricas da ressurreição de Jesus Cristo apresentam evidências sem margem para dúvidas.

1. As narrativas da ressurreição tem o anel da verdade histórica

As narrativas da ressurreição carregam sinais inequívocos de serem historicamente precisas. A precocidade desses relatos, numa altura em que testemunhas hostis estavam presentes, teriam feito delas uma fabricação improvável e perigosa. Existe acordo sobre os principais fatos e também grande variedade de testemunhas dadas, e ainda sim elas não são meras repetições de uma história padronizada com todas as discrepâncias solucionadas. Com efeito, os relatos de aparições da ressurreição de Cristo são claramente independentes uma da outra, como suas diferenças superficiais sugerem. Uma análise mais profunda, no entanto, revela que estas aparições não são contraditórias. Henry Morris escreve:

"É uma regra bem conhecida de evidência de que depoimentos de várias testemunhas diferentes, cada uma relatando partir de seu próprio ponto de vista em particular, fornecem a mais forte evidência possível quando os testemunhos contêm contradições superficiais que resolvem-se em cima de um exame minucioso e cuidadoso. Esta é exatamente a situação com as várias testemunhas da ressurreição." [1]

2. A vida e o ministério do Apóstolo Paulo é um forte testemunho da ressurreição

Na época em que Paulo conheceu o Cristo ressuscitado, ele era um antagonista ardoroso da fé cristã. Um homem altamente educado, que não era facilmente persuadido por qualquer coisa que parecesse contrária ou inconsistente com as tradições mosaicas. Pode ser dito que ele teria sido a última pessoa no mundo a aceitar a ideia de um Messias crucificado e ressuscitado com base nas expectativas judaicas da época. O fato de que ele tornou-se tão plenamente convencido da ressurreição de Cristo, que ele dedicou a sua vida completamente ao seu Senhor ressuscitado é uma poderosa evidência da realidade da ressurreição. Canon Kennett escreve:

"Dentro de poucos anos da época da crucificação de Jesus, a evidência para a ressurreição de Jesus era, na mente de pelo menos um homem de educação [o apóstolo Paulo], absolutamente irrefutável." [2]

3. O túmulo vazio é um dado histórico

Nenhum historiador respeitável do Novo Testamento duvida do fato histórico de que o túmulo no qual Cristo foi colocado após a sua crucificação estava vazio. Portanto, só há três explicações para isso. Seus inimigos roubaram o corpo, ou seus amigos tomaram o corpo, ou Jesus ressuscitou dos mortos. 

A primeira possibilidade é extremamente improvável, porque seus inimigos certamente teriam exibido publicamente seu corpo se eles o tivessem, a fim de humilhar os seus discípulos e acabar com os rumores de sua ressurreição, bem como para cortar pela raiz qualquer novo movimento religioso que ameaçasse as suas tradições mosaicas.

É igualmente pouco provável que seus amigos teriam levado seu corpo, porque depois de sua crucificação eram homens profundamente decepcionados e desanimados que não acreditavam que ele seria ressuscitado. É absurdo pensar que, nestas condições, eles iriam inventar um esquema em que eles roubassem o corpo para fabricar uma história que obviamente não acreditavam.

4. Os discípulos eram judeus devotos

Os discípulos eram judeus que tomaram a sério as suas prerrogativas e obrigações judaicas. Portanto, é impensável que eles teriam se tornado uma nova religião para ganho pessoal. Para um judeu do primeiro século, tal ato era equivalente a mentir contra o Deus de Israel, como Paulo argumenta em 1 Coríntios 15.12-19 (onde ele chamou de "falso testemunho", contrariamente a um dos Dez Mandamentos) . Para um judeu do primeiro século, mentir contra Deus e perverter Sua revelação significaria arriscar a salvação e a futura participação no reino messiânico. Será que tais pessoas arriscariam a retribuição divina apenas por alguns anos de prestígio como líderes de uma nova religião? A resposta só pode ser um enfático "não".

5. O testemunho de mulheres

A presença de mulheres no túmulo é forte evidência de que o registro bíblico é verdade. As mulheres tinham praticamente nenhuma credibilidade na cultura judaica do primeiro século, e seu depoimento em um tribunal de lei era considerado desprezível. Por exemplo, se um homem fosse acusado de um crime que só mulheres tenham testemunhado, ele não poderia ser condenado com base nisso. Se o relato da ressurreição de Jesus fosse uma fábula adicionada posteriormente em uma tentativa de autenticar o cristianismo, por que o registro teria mulheres sendo as primeiras a vê-lo e testemunhar o túmulo vazio, a não ser que realmente tinha acontecido dessa maneira? O fato de as mulheres terem trazido o testemunho de sua ressurreição e os discípulos negarem faz os mesmos parecerem maus, e esses homens foram os primeiros líderes da Igreja Cristã. Uma história fabricada inserida mais tarde pela Igreja certamente teria pintado os seus primeiros líderes de forma mais favorável.

6. A propaganda judaica pressupõe o sepulcro vazio e o corpo desaparecido

As autoridades do Templo judaico pagaram aqueles que tinham visto o sepulcro vazio para mentir e dizer que os discípulos tinham roubado o corpo, e eles até mesmo assassinaram muitos daqueles que pregaram sobre sua ressurreição. Com um incentivo tão poderoso para esmagar o novo movimento, eles não teriam parado enquanto não mostrassem o corpo morto de Jesus, se isso fosse possível. O fato de que eles não fizeram significa que eles não podiam, e isso porque ele foi ressuscitado.

7. Seus inimigos teriam produzido o seu cadáver para silenciar os crentes

Se ele não ressuscitou dentre os mortos, o que aconteceu com seu corpo? Se seus inimigos roubassem e nunca o mostrassem abertamente, isso encoraria os próprios rumores de uma ressurreição que eles estavam ansiosos para impedir. Mas a prova decisiva de que seus inimigos não levaram o corpo é que eles certamente o teriam mostrado sem demora e com grande alarde, porque teriam feito qualquer coisa para desacreditar a história. Como William Lane Craig argumenta:

"Esta é uma evidência histórica da mais alta qualidade, uma vez que não vem dos cristãos, mas dos próprios inimigos da fé cristã." [3]

8. Não houve veneração do túmulo

Se Jesus não ressuscitou, por que não há registro de seus discípulos venerando seu túmulo como tantas vezes acontece com os líderes religiosos? Embora Deus tivesse proibido, a prática continuou entre os israelitas a tal ponto que o próprio Deus destruiu os corpos de Elias e Moisés para que os seus seguidores não venerassem suas sepulturas.

9. Um historiador não-cristão testemunha em apoio da ressurreição

Josefo, o historiador judeu do primeiro século, escreveu sobre Jesus Cristo e o crescimento do cristianismo como segue:

"E quando Pilatos, por sugestão dos principais homens entre nós, condenou-o à cruz, aqueles que o amavam a princípio não o abandonaram; pois ele lhes apareceu vivo novamente no terceiro dia; como os divinos profetas tinham predito estas e dez mil outras coisas maravilhosas a respeito dele. E a tribo dos cristãos, assim chamada por ele, não está extinta até este dia." [4]

Embora alguns tenham tentado descartar esse testemunho secular corroborante como fraudulento, isto é improvável porque os escritos de Josefo foram bem recebidos no momento da sua escrita por judeus e romanos. Ele foi até feito um cidadão romano honorário.

Não há nenhum registro de qualquer objeção sendo levantada a esta passagem pelos primeiros detratores do Cristianismo, e nem que tinha sido uma inserção fraudulenta e posterior nos escritos de Josefo, esse fato teria sido abertamente debatido na literatura da época. Porque isso não aconteceu, o silêncio dos críticos está destruindo a causa pela qual advogam.

10. Não há explicações alternativas nas fontes não-bíblicas antigas

Nas fontes históricas mais antigas não existe uma explicação alternativa para o crescimento da Igreja Cristã que intente dar a história "verdadeira". No caso em que a história tenha sido inventada, certamente algum crítico ou "ex-cristão" descontente teria tentado dar uma explicação alternativa. Mas a única explicação adequada para o crescimento da Igreja que já foi dada é que os primeiros cristãos acreditavam realmente que Jesus tinha ressuscitado dos mortos.

11. Os registos bíblicos das aparições da ressurreição dão testemunho unificado

Os quatro evangelhos e o Apóstolo Paulo dão um testemunho unificado de dez aparições da ressurreição. Pelo fato de esses registros serem harmoniosos e não contraditórios, o ônus da prova está sobre aqueles que diriam que os testemunhos são falsos.

As dez aparições pós-ressurreição, na sua ordem provável, são as seguintes:

1. Para Maria Madalena (Marcos 16.9; João 20.11-18) 
2. Para as outras mulheres (Mateus 28.8-10) 
3. Pedro (Lucas 24.34; 1 Cor. 15.5) 
4. Para os dois homens na estrada para Emaús (Marcos 16.12; Lucas 24.13-35) 
5. Para onze dos discípulos (exceto Tomé - Lucas 24.33-49; João 20.19-24) 
6. Para os doze, uma semana depois (João 20.24-29; 1 Cor 15.5). 
7. A sete discípulos junto ao mar de Tiberíades (João 21.1-23) 
8. Para quinhentos seguidores (1 Coríntios 15.6) 
9. Para Tiago (1 Coríntios 15.7) 
10. Para os doze na ascensão (Atos 1.3-12) [5]

12. A ideia do novo corpo de Cristo era um conceito totalmente estranho

Os discípulos tiveram bastante dificuldade para acreditar que Cristo iria morrer e então seria ressuscitado, e nunca teriam sequer concebido a ideia de o Messias ter um corpo diferente após a ressurreição. É virtualmente inconcebível que os primeiros cristãos tenham fabricado uma história dessas, a qual soa ainda hoje como ficção científica para muitos céticos.

13. Os estudiosos modernos e historiadores admitem que há fortes evidências de sua ressurreição corporal

J.P. Moreland confirma isto e cita outros estudiosos:

Quase nenhum estudioso do Novo Testamento hoje nega que Jesus apareceu a um número de seus seguidores após sua morte. Alguns estudiosos interpretam essas aparições como alucinações subjetivas ou visões objetivas concedidos por Deus, as quais não eram visões de um ser físico. Mas ninguém nega que os crentes tiveram algum tipo de experiência. O estudioso do Novo Testamento cético Norman Perrin admitiu: "Quanto mais estudamos a tradição no que diz respeito às aparições, mais firme a rocha começa a aparecer em que se baseia." Dunn, professor de teologia na Universidade de Durham, na Inglaterra, concorda "É quase impossível contestar que as raízes históricas do cristianismo se baseiam em algumas experiências visionárias dos primeiros cristãos, que entenderam elas como aparições de Jesus, ressuscitado dos mortos por Deus." [6]

Thomas Arnold, ex-professor de História em Rugby e Oxford, e um dos maiores historiadores do mundo, fez a seguinte declaração sobre a evidência histórica para a ressurreição de Jesus Cristo:

Não sei de nenhum um fato na história da humanidade que é mais bem provado, ou tenha evidências mais plenas de qualquer espécie, para a compreensão de um inquiridor justo, do que o grande sinal que Deus nos tem dado que Cristo morreu e ressuscitou dentre os mortos. [7]

Simon Greenleaf é uma das mentes jurídicas mais conceituadas já vistas nos EUA. Ele foi um especialista nas leis da evidência, e fundador da Escola de Direito de Harvard. Ele analisou os relatos nos quatro Evangelhos da ressurreição de Cristo, em termos de sua validade como prova testemunhal objectiva, e concluiu:

Foi, portanto, impossível que eles pudessem ter persistido na afirmação da verdade que tinha narrado, se Jesus não tivesse realmente ressuscitado dos mortos, e se não soubessem deste fato tão certo como eles sabiam que qualquer outro fato. [8]

14. A convicção de seus seguidores na ressurreição

Aqueles que primeiro publicaram a história de que Jesus tinha ressuscitado dos mortos acreditavam naquilo como um fato. Eles descansaram sua fé não só no fato do túmulo vazio, mas no fato de que eles próprios tinham visto Jesus vivo depois de seu enterro. Ele foi visto não uma ou duas vezes, mas, pelo menos, dez vezes registradas; e não apenas a um de cada vez, mas, em grupos de dois, sete, dez, onze, e quinhentos.

15. O martírio dos seus seguidores por sua crença na ressurreição

Os crentes do primeiro século pregaram e agiram com convicção sobre a verdade de sua ressurreição, muitos deles até mesmo morreram por causa de sua crença. Se os amigos de Jesus tivessem mesmo roubado o corpo para fazer parecer que ele havia ressuscitado, eles saberiam que estavam acreditando uma mentira, e homens não se tornam mártires por aquilo que eles sabem ser falso.

16. O testemunho unânime de testemunhas oculares, que não poderiam ter sido todas enganadas ou iludidas

Alguns críticos dizem que os primeiros cristãos tiveram uma visão ou uma alucinação de Cristo após sua morte, na mesma forma como as pessoas hoje afirmam ter "visto" o ícone pop Elvis Presley. Não poderia ter sido uma visão extática? Um sonho? Uma fantasia de uma imaginação excitada? Uma assombração, talvez? Nenhum destes é de forma nenhuma provável, já que diferentes grupos de pessoas podem ver a mesma alucinação. 500 pessoas em uma multidão não podem estar sonhando o mesmo sonho ao mesmo tempo.

Alguns apologistas cristãos modernos têm argumentado que é irrelevante saber se ou não, na verdade, Cristo foi levantado fisicamente, porque o seu "espírito" passou a estar com Deus. Deus, então, supostamente deu aos seguidores de Cristo uma "visão" de Cristo continuando a viver "espiritualmente" ao lado de Deus. Tal conceito místico e espiritualista não teria satisfeito a mente hebraica dos discípulos, no entanto, que acreditava que os mortos continuam mortos até que sejam reanimados em um corpo, a ressurreição física. [9] Além disso, isso teria colocado a fé cristã em uma base mística e subjetiva, sem reivindicações históricas e não justificaria o testemunha energético dos primeiros discípulos da ressurreição corporal de Cristo.

17. A incredulidade dos discípulos a respeito de sua ressurreição

Com a exceção de José de Arimatéia, os seguidores de Jesus não acreditavam que ele iria morrer e depois ser ressuscitado. Eles não estavam esperando pelo evento, e quando isso aconteceu eles não acreditaram em um primeiro momento. Eles consideraram "loucura" (Lucas 24.11 - NVI). Eles não acreditaram naquilo, até que foram obrigados a fazê-lo, quando foram diretamente confrontados com o Senhor ressuscitado. Henry Morris escreve:

Uma coisa é certa: os discípulos não poderiam ter inventado a história da ressurreição de sua própria imaginação. Pelo contrário, eles de alguma forma falharam em prevê-la, mesmo após tal abundância de preparação profética para o fato, tanto das Escrituras como de Cristo. Foi necessária a evidência mais forte possível para convencê-los de que tinha realmente acontecido. [10]

18. A ideia de um Messias ressuscitado era difícil de vender para os judeus e absurdo para os gregos

A imagem de Jesus não estava em sintonia com as concepções atuais de que o Messias seria como um governante teocrático que libertaria Israel da opressão dos gentios e que seria difícil convencer os outros de sua verdade. Os gregos, com a sua doutrina da imortalidade da alma, pensavam no conceito de uma ressurreição corporal como absurdo e desnecessário (cf. Atos 17.32). Se os discípulos tivessem inventado um evento ou ensinamento em torno do qual eles construiriam uma nova religião, ele teria sido mais em linha com as expectativas normais da época.

19. Ele poderia ter saído do sepulcro apenas pela ressurreição

A "teoria do desmaio" propôs que Jesus não estava realmente morto quando sepultaram, e que ele depois "veio a si" novamente. Mas, nesse caso, fraco e exausto, envolto em invólucros graves pesados, ele dificilmente poderia ter movido, muito menos removido a porta de pedra pesada e saído do túmulo. Além disso, as autoridades romanas tinham selado a porta, e até mesmo se ele tivesse sido bem-sucedido em mover a pedra, os guardas o teriam novamente detido e humilhado ainda mais. Já que não há nenhum registro de um evento como esse, não deve ter acontecido, porque seus inimigos teriam se aproveitado bastante de um acontecimento tão bizarro.

20. A própria existência e crescimento da Igreja Cristã não faz sentido se ele não ressuscitou

Alguns críticos dizem que a ressurreição era uma adição posterior à história de Cristo, inventada anos mais tarde pela Igreja para glorificar um herói morto. Mas sabe-se, a partir de registros históricos fora da Escritura, que a seita conhecida como cristãos veio à existência, no reinado de Tibério, e que a única coisa que os trouxe à existência era sua crença de que Jesus tinha ressuscitado dos mortos.

A ressurreição não era uma adição posterior à fé cristã, mas a própria causa e incentivo para ele. Eles puseram sua confiança não em registros históricos, mas no que tinham visto com seus próprios olhos. Os registros foram o resultado de sua fé, e não a causa do mesmo. O Cristianismo depende do fato histórico da ressurreição de Cristo, pois sem ele toda a fé é baseada numa fraude. Se não houvesse ressurreição, não teria havido nenhum Novo Testamento, e nenhuma Igreja cristã.

21. Os discípulos não tinham nada a ganhar com a fabricação de uma história e começar uma nova religião

Seus seguidores enfrentaram dificuldades, ridicularização, hostilidade, e as mortes dos mártires. À luz disto, eles nunca poderiam ter sofrido tal motivação inquebrantável se eles sabiam o que estavam pregando era uma mentira. A religião teve sua recompensa para eles, mas essas recompensas vieram de uma crença sincera de que o que eles estavam vivendo era verdade.

22. O testemunho unânime dos primeiros líderes cristãos

Se o sepulcro vazio e a ressurreição fosse uma invenção, por que não pelo menos um dos discípulos saiu do descanso e começou a sua própria versão do cristianismo? Ou por que não pelo menos um deles revelou a alegação como uma mentira? As autoridades do Templo estavam dispostos a pagar um bom dinheiro para qualquer pessoa que fornecer tais informações. Ou se o dinheiro não foi sedutor o suficiente, que tal a possibilidade de provar a ressurreição uma mentira a fim de afastar os discípulos de seguirem algum empreendedor aspirante a líder de culto? A história tem mostrado que este papel é popular, e esta teria sido uma oportunidade de ouro.

Sem a evidência forte e convincente da ressurreição, a unidade continuada dos primeiros líderes cristãos é inexplicável à luz da tendência humana de querer promover a si mesmo. A suposição de que eles estavam todos comprometidos com a verdade da sua mensagem é a única explicação adequada para sua unidade contínua e a falta de qualquer revelação de fraude. Aqueles que mentem para ganho pessoal não ficam juntos por muito tempo, especialmente quando as dificuldades diminuem os benefícios.

23. Todas as explicações alternativas propostas para a ressurreição não têm credibilidade

À luz da evidência da tumba vazia, as aparições da ressurreição e da ascensão da Igreja Cristã, uma pessoa racional deve concluir que a ressurreição de Jesus Cristo é um fato histórico bem estabelecido. Em um tribunal de justiça, tal evidência iria compelir a uma sentença, a menos que evidências contraditórias pudessem ser apresentadas para introduzir uma margem de dúvida. Mas todas as explicações alternativas e teorias são extremamente duvidosas e contra-intuitivas.

Portanto, os cristãos estão sendo racionais, sensatos, e totalmente consistentes com o bom senso quando eles põem sua fé neste evento histórico bem estabelecido. Não só existe evidência histórica convincente para apoiar a crença, mas bençãos maravilhosas no futuro são prometidas àqueles que acreditam. [11] De acordo com a Bíblia, a única promessa certa da vida eterna para a humanidade depende, individual e coletivamente, da crença na ressurreição de Jesus Cristo. Como Halley escreve:

"Que grande glória esta crença simples derrama sobre a vida humana. Nossa esperança da ressurreição e da vida eterna está baseada, não em uma suposição filosófica sobre imortalidade, mas em um fato histórico." [12]

Notas

[1] Henry Morris, The Defender’s Bible (World Publishing, Grand Rapids, 1995), p. 1576.
[2] New Bible Dictionary (Wm. B. Eerdmans, Grand Rapids, 1975), p. 1087.
[3] William Lane Craig, Reasonable Faith: Christian Truth and Apologetics (Crossway Books, Wheaton IL, 1994), p. 277.
[4] Traduzido por William Whiston (publicado originalmente em 1737), The Life and Works of Flavius Josephus (The Winston Co., Philadelphia, 1957), p. 535.
[5] Tradicionalmente, Judas Iscariotes é excluído do número testemunhando sua ascensão por causa do registro em Mateus 27.5 que parece indicar que Judas foi e "enforcou-se" logo após a crucificação. Parece mais provável, no entanto, que Judas foi recebido de volta na companhia dos discípulos no período entre seu arrependimento e da ascensão, que ele testemunhou. Depois que ele viu Jesus ascender, e toda a esperança da restauração de um reino davídico perdido, Judas foi e se matou. Sua ausência em seguida, precipitou a necessidade de substituí-lo, o que foi o primeiro ato em conjunto dos discípulos após a ressurreição (ver Atos 1.16-26). Se Judas se matou antes da ressurreição, é lógico supor que o próprio Jesus teria sido envolvido na escolha de seu substituto, já que ele escolheu os doze originais. O fato de que Judas foi recebido de volta na companhia dos discípulos depois de sua traição Jesus fala bastante sobre o perdão do Senhor Jesus, bem como a fraternidade comprometida dos discípulos. 
[6] J.P. Moreland, Scaling the Secular City (Baker Book House, Grand Rapids MI, 1987), pp. 171,172.
[7] Thomas Arnold, Sermons on Christian Life (London, 1854), p. 324.
[8] Simon Greenleaf, The Testimony of the Evangelists (New York: 1874), p. 28.
[9] J.A. Lynn, J.W. Schoenheit, M.H. Graeser, Is There Death After Life? Christian Educational Services, 1991, 112p. 
[10] Henry Morris, op. cit., p. 1574.
[11] J.W. Schoenheit, The Christian’s Hope: The Anchor of the Soul, Christian Educational Services, 2001, 287p. 
[12] De Halley’s Bible Handbook, 1955 edition, p.497.
[13] Henry H. Halley, Halley’s Bible Handbook, Twenty-Fourth Edition (Zondervan Publishing House, Grand Rapids, MI, 1965), p. 557.

Fonte: Traduzido de Thruth or Tradition

19 comentários :

  1. Ponto 1

    Todas as testemunhas são elementos da direção da seita. É o mesmo que pedir ao Hitler e ao Goebbels que testemunhem a favor da veracidade do nacional socialismo. é evidente que vão corroborar tudo, porque SÃO PARTE INTERESSADA.

    Ponto 2

    Paulo ter-se convertido não prova nada de nada. O mundo está cheio de comunistas convertidos ao capitalismo, e de todas as outras conversões possíveis e imaginárias. as pessoas são assim mesmo.

    Ponto 3

    A prova seria cristo aparecer VIVO ás multidões. Um túmulo vazio não prova NADA. É coisa fácil de criar. Quando eu morrer podem roubar ou mudar o local de enterramento o meu corpo, que isso não prova que eu seja deus. Ridículo.

    Ponto 4

    Os apóstolos eram os DIRIGENTES da nova seita. Com certeza que teriam todo o interesse em emntir para a validar. O facto de serem judeus devotos era normal. Existiam centenas de seitas de judeus devotos que se combatiam umas às outras, todas apregoando ser a sua a verdadeira interpretação do judaísmo.


    Ponto 5

    Precisamente os "primeiros serem os ultimos" é um dos conceitos do cristianismo. Nada mais natural demonstrar que até uma desprezada mulher podia demonstrar mais fé que um líder da igreja, como incentivo a toda a comunidade competir por alcançar uma fé mais fanática. É essa uma das essências e método habitual do cristianismo.

    Ponto 6 e ponto 7

    Os ladrões do corpo podem ter sido os próprios líderes cristãos. Se foram judeus fiéis podem ter sido um grupo que agiu por conta própria. Roubar corpos era crime. Simplesmente não podiam aparecer com o corpo. mesmo que não fossem perseguidos na justiça por isso, daria mau aspecto os anti-cristãos aparecerem como ladrões de corpos - o que poderia ser usado como propaganda cristã.


    Ponto 8

    O túmulo É VENERADO há milénios. Claro que na altura de perseguição tal veneração seria impossível, porque revelaria quem eram os seus apoiantes.

    Ponto 9

    Esse texto é rconhecido como fraudulento pela maior parte dos historiadores.

    Mas mesmo que não fosse, teria sido escrito décadas depois da morte de cristo, pelo que Josefo podia estar a escrever de ouvir falar a um cristão.


    Ponto 10

    Naquela época dezenas de cultos orientais estavam em fase de crescimento. Como o Mitra, do Sol, de Isis etc etc. O cristianismo não era novidade nenhuma, era apenas mais um. A única diferença foi que, no fim, acabou por ganhar a competição. Grande coisa. Alguém tinha de ganhar.

    Ponto 11

    Todos os registos são compilados por dirigentes da seita, pelo que, obviamente, valem o que valem. Seria o mesmo que ir perguntar ao comité central do partido comunista se o comunismo resulta...

    Ponto 12

    Existem muitas lendas mitológicas em que deuses e heróis ressuscitam. Todos diferem em pequenos pormenores, as seitas religiosas inventavam e inventam milahres de pormenores para se diferenciarem usn dos outros. Dizer que um pormenor teológico prova seja o que for, só por ser diferente é simplesmente ridículo.


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    1. Olá, Pedro. Obrigado pela participação. Questionar é importante, por isso vou analisar seus questionamentos.

      "1. As narrativas da ressurreição tem o anel da verdade histórica - Todas as testemunhas são elementos da direção da seita. É o mesmo que pedir ao Hitler e ao Goebbels que testemunhem a favor da veracidade do nacional socialismo. é evidente que vão corroborar tudo, porque SÃO PARTE INTERESSADA."

      Aqui não se está falando das testemunhas, mas das narrativas. Esse argumento nº 1 está indo contra as afirmações de certos estudiosos de que os evangelhos são falsos porque não concordam entre si. Na verdade certos detalhes nas narrativas comparadas corroboram para a sua veracidade, em vez de contestá-las. Digo isso em relação à análise que se faria entre a comparação de quaisquer outros documentos historicos antigos ou na comparação dos depoimentos jurídicos de duas testemunhas. Os críticos argumentam que os evangelhos possuem contradições, o que não é o caso. Isto é uma evidência (e não uma 'prova', eu escolhi bem a palavra) de que os evangelhos seriam relatos verdadeiros.

      "2. A vida e o ministério do Apóstolo Paulo é um forte testemunho da ressurreição - Paulo ter-se convertido não prova nada de nada. O mundo está cheio de comunistas convertidos ao capitalismo, e de todas as outras conversões possíveis e imaginárias. as pessoas são assim mesmo."

      Parece que você não tem um cuidado com as palavras. Eu não usei a palavra "prova". Usei a palavra "testemunho". É óbvio que isso não prova de forma lógica que o cristianismo é verdadeiro. Mas trata-se de uma evidência, que ganha força ao ser acumulada com as outras 22 desta lista.

      "3. O túmulo vazio é um dado histórico - A prova seria cristo aparecer VIVO ás multidões. Um túmulo vazio não prova NADA. É coisa fácil de criar. Quando eu morrer podem roubar ou mudar o local de enterramento o meu corpo, que isso não prova que eu seja deus. Ridículo."

      Mas Cristo apareceu vivo às multidões. Isso é outra evidência. É importante que o túmulo vazio seja um dado histórico válido, pois se não fosse, qualquer um poderia dizer que Jesus estava lá morto no túmulo. Mas como é um fato que o túmulo estava vazio, então há uma possibilidade a menos para contestar a falsidade da ressurreição e portanto uma evidência a mais.

      "4. Os discípulos eram judeus devotos - Os apóstolos eram os DIRIGENTES da nova seita. Com certeza que teriam todo o interesse em emntir para a validar. O facto de serem judeus devotos era normal. Existiam centenas de seitas de judeus devotos que se combatiam umas às outras, todas apregoando ser a sua a verdadeira interpretação do judaísmo."

      Você não entendeu o ponto aqui. Os discípulos eram judeus devotos antes da ressurreição de Jesus. Logo depois eles passaram a defender ensinamentos totalmente diferentes do que acreditavam antes. A razão dessa mudança não é explicável se eles não tivessem um bom motivo pra isso. E eles acreditavam sinceramente que Cristo havia ressuscitado, porque alegavam realmente terem visto isso. Não há nenhuma razão oculta aqui, eles afirmavam claramente a razão da mudança deles.

      "5. O testemunho de mulheres - Precisamente os "primeiros serem os ultimos" é um dos conceitos do cristianismo. Nada mais natural demonstrar que até uma desprezada mulher podia demonstrar mais fé que um líder da igreja, como incentivo a toda a comunidade competir por alcançar uma fé mais fanática. É essa uma das essências e método habitual do cristianismo."

      Você precisa entender que NO MOMENTO da ressurreição de Jesus, ainda não existia cristianismo. A cultura vigente da época e do lugar desprezava as mulheres. Se os discípulos quisessem falsificar um texto para parecer convincente, jamais teriam cometido essa "falha cultural".

      (continua)

      Excluir
    2. (continuação)

      "6. A propaganda judaica pressupõe o sepulcro vazio e o corpo desaparecido; 7. Seus inimigos teriam produzido o seu cadáver para silenciar os crentes - Os ladrões do corpo podem ter sido os próprios líderes cristãos. Se foram judeus fiéis podem ter sido um grupo que agiu por conta própria. Roubar corpos era crime. Simplesmente não podiam aparecer com o corpo. mesmo que não fossem perseguidos na justiça por isso, daria mau aspecto os anti-cristãos aparecerem como ladrões de corpos - o que poderia ser usado como propaganda cristã."

      É altamente improvável que isso tenha acontecido. Primeiro porque os discípulos não tinham motivo pra roubar o corpo - eles não acreditavam que Jesus iria ressuscitar, até testemunharem de fato o ocorrido. Segundo, mesmo se eles quisessem fazer isso, não teriam conseguido fazer isso, porque o túmulo era guardado por soldados romanos. E se eles tivessem conseguido, não teriam deixado os guardas vivos, pois eles seriam testemunhas - e os guardas sobreviveram. Além disso, Cristo apareceu ressuscitado para cerca de 500 pessoas nos dias seguintes, e nem todos eram discípulos.

      "8. Não houve veneração do túmulo - O túmulo É VENERADO há milénios. Claro que na altura de perseguição tal veneração seria impossível, porque revelaria quem eram os seus apoiantes."

      Não houve veneração do túmulo PELOS DISCÍPULOS. Esse argumento da perseguição não cola porque os discípulos não tinham medo da morte, eles continuavam a pregar o evangelho mesmo sendo ameaçados. Se eles quisessem venerar o túmulo, eles teriam venerado, mesmo que fossem ameaçados de morte por causa disso.

      "9. Um historiador não-cristão testemunha em apoio da ressurreição - Esse texto é rconhecido como fraudulento pela maior parte dos historiadores. Mas mesmo que não fosse, teria sido escrito décadas depois da morte de cristo, pelo que Josefo podia estar a escrever de ouvir falar a um cristão."

      Isso já está respondido no próprio texto. Nenhum crítico do cristianismo contemporâneo a Josefo questionou a autenticidade desse escrito. De fato, foi escrito décadas após a ressurreição, mas isso não prova que é falso.

      "10. Não há explicações alternativas nas fontes não-bíblicas antigas - Naquela época dezenas de cultos orientais estavam em fase de crescimento. Como o Mitra, do Sol, de Isis etc etc. O cristianismo não era novidade nenhuma, era apenas mais um. A única diferença foi que, no fim, acabou por ganhar a competição. Grande coisa. Alguém tinha de ganhar."

      Primeiro, o cristianismo era uma novidade sim, porque seus ensinamentos eram estranhos à grande maioria das outras religiões da época. Segundo, isso é irrelevante, o que este argumento fala é sobre a inexistência de explicações alternativas. Mesmo que o cristianismo tenha "ganhado", se ele fosse baseado numa mentira, em alguma hora alguém da época teria descpberto isso e publicado algo sobre. Mas isso nunca aconteceu.

      "11. Os registos bíblicos das aparições da ressurreição dão testemunho unificado - Todos os registos são compilados por dirigentes da seita, pelo que, obviamente, valem o que valem. Seria o mesmo que ir perguntar ao comité central do partido comunista se o comunismo resulta..."

      Não é a mesma coisa. No caso dos disícipulos trata-se de relatos sobre um acontecimento histórico. No caso do partido comunista, trata-se de emitir opiniões sobre um conceito. Como eu disse no argumento, o ônus da prova no caso está sobre quem afirma que é falso.

      (continua)

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    3. "12. A ideia do novo corpo de Cristo era um conceito totalmente estranho - Existem muitas lendas mitológicas em que deuses e heróis ressuscitam. Todos diferem em pequenos pormenores, as seitas religiosas inventavam e inventam milahres de pormenores para se diferenciarem usn dos outros. Dizer que um pormenor teológico prova seja o que for, só por ser diferente é simplesmente ridículo."

      A existência de outras mitologias em outros povos é irrelevante. O que o argumento diz é que a ideia de um corpo novo era um conceito estranho AOS JUDEUS. Não havia esse conceito em nenhuma vertente do judaísmo. Crenças novas não surgem do nada. Se os discípulos passaram a acreditar nisso repentinamente, havia um motivo pra isso.

      (continua)

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  2. Ponto 13

    Claro que os historiadores cristãos tentam legitimar a sua mitologia, tal como os historiadores comunistas e os fascistas fazem o mesmo em relação às suas. E isso prova o que ?

    Ponto 14

    Se o autor acredita que a convicção torna necessário que o seu objecto seja verdade, então também também tem de acreditar que existe um deus com tromba de elefante (Ganesh), que os judeus querem destruir o mundo e que estaline era um grande democrata, porque existem ainda hoje milhões de pessoas que acreditam em todas essas parvoíces.


    Ponto 15

    Também muitos fascistas e comunistas morreram por defender as suas ideias.

    Isso torna-as mais verdadeiras ?

    Prova o quê ?

    Ponto 16

    Essas testemunhas oculares podiam estar simplesmente a mentir, sob efeito de histeria religiosa. Todos nós vemos "curas milagrosas" serem transmitidas ao vivo pela igreja universal e só os tolos acreditam naquilo. Por outro lado, todos os registos escritos datam, no mínimo, de décadas depois dos aconteciementos e podem ter sido simplesmente "embelezadas".


    Ponto 17

    Essa incredulidade pode ser simplesmente um efeito de propaganda, para realçar o impacto do efeito milagreiro da coisa.

    Ponto 18

    A hsitória está cheia de novos conceitos absurdos para as gerações anteriores que acabam por se tronar moda. na minha cidade agora é moda os jovens andarem coma s calças em baixo, vendo-se o rabo. Isso prova o quê ?

    Ponto 19

    Poderia ter sido salvo por discípulos que subornassem os guardas.


    Ponto 20

    Todas as grandes religiões surgiram como pequenas seitas antes de se tornarem grandes. A religião egipcía ou a grega também evoluiram até se tornarem grande religiões. Isso prova que Júpiter e Anúbis existem ?

    Ponto 21

    Tretas. Todos os dias surgem novas seitas religiosas e políticas. E muitos dos seus criadores morrem sem ganharem nada com isso. Quanto aos criadores da religião cristã, foram adorados como santos ainda em vida, com todo o poder social sobre a sua comunidade que isso implica. Se isso não é ganhar nada...

    Ponto 22

    Todos os líderes tinham a ganhar em apresentar a sua religião como verdadeira. Isso é óbvio.

    Ponto 23

    Tendo em conta a mão cheia de nada que o autor apresentou, não existe qualquer razão em acreditar na ressureição, a não ser o querer acreditar em qualquer coisa.

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    1. "13. Os estudiosos modernos e historiadores admitem que há fortes evidências de sua ressurreição corporal - Claro que os historiadores cristãos tentam legitimar a sua mitologia, tal como os historiadores comunistas e os fascistas fazem o mesmo em relação às suas. E isso prova o que?"

      Os estudiosos não são necessariamente cristãos. E mesmo quando não são, se eles chegarem à conclusão que Jesus realmente ressuscitou, consequentemente passam a ser cristãos.

      "14. A convicção de seus seguidores na ressurreição - Se o autor acredita que a convicção torna necessário que o seu objecto seja verdade, então também também tem de acreditar que existe um deus com tromba de elefante (Ganesh), que os judeus querem destruir o mundo e que estaline era um grande democrata, porque existem ainda hoje milhões de pessoas que acreditam em todas essas parvoíces."

      Óbvio que a convicção não torna o objeto da convicção necessariamente verdadeiro. Não é a primeira vez que você rebate nessa linha, confundindo "evidência" com "prova". Essa evidência conta acumuladamente junto às outras.

      "15. O martírio dos seus seguidores por sua crença na ressurreição - Também muitos fascistas e comunistas morreram por defender as suas ideias."

      Esse argumento fala contra as críticas de que os discípulos só estariam inventando mentiras para algum ganho pessoal. Se eles estivessem fazendo isso, eles não aguentariam os sofrimentos, já que eles não estavam ganhando nada com isso. Portanto, o argumento é que eles realmente acreditavam no que estavam defendendo, não estavam inventando. E diferente do exemplo dos comunistas, os comunistas que morreram acreditavam em um ideal, uma utopia, algo que nunca havia acontecido na história e eles estavam tentando realizar; os discípulos acreditavam em algo que haviam VISTO e TESTEMUNHADO com os próprios olhos, o que é totalmente diferente.

      "16. O testemunho unânime de testemunhas oculares, que não poderiam ter sido todas enganadas ou iludidas - Essas testemunhas oculares podiam estar simplesmente a mentir, sob efeito de histeria religiosa. Todos nós vemos "curas milagrosas" serem transmitidas ao vivo pela igreja universal e só os tolos acreditam naquilo. Por outro lado, todos os registos escritos datam, no mínimo, de décadas depois dos aconteciementos e podem ter sido simplesmente "embelezadas"."

      É desonesto afirmar que pode ter sido "histeria". Qual a probabilidade de 500 pessoas, ao mesmo tempo, terem a mesma alucinação? Não se tratava de um truque de mágica, mas sim de um corpo, humano, ressuscitado, na frente deles, falando com eles e tocando neles. É preciso mais fé pra acreditar que foi uma "alucinação coletiva" do que uma pessoa real de fato ali. E mesmo os registros escritos sendo de décadas (20 a 30 anos depois), é muito provável que as testemunhas oculares ainda estivessem vivas na época em que os escritos apareceram. Elas mesmas poderiam ajudar a confirmar os escritos e espalhar a mensagem. Se alguém duvidasse dos escritos quando apareceram, poderiam ir diretamente às testemunhas oculares para perguntarem a elas. Se fosse uma mentira, não teria sobrevivido por muito tempo. Além disso, os próprios milagres realizados pelos apóstolos ajudavam a testemunhar a favor deles.

      (continua)

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    2. "17. A incredulidade dos discípulos a respeito de sua ressurreição - Essa incredulidade pode ser simplesmente um efeito de propaganda, para realçar o impacto do efeito milagreiro da coisa."

      Os discípulos não tinham motivo para acreditar na ressurreição. Quando Jesus falou sobre a ressurreição antes de morrer, falou por parábolas e os discípulos não entenderam na hora. Os judeus acreditavam na ressurreição, mas que ela só aconteceria no juízo final. Os discípulos testemunharam Jesus realizando pelo menos três ressurreições ao longo do seu ministério: a filha de Jairo, o filho da viúva de Naim e Lázaro. Mas eles jamais teriam pensado que o poder de Jesus se estenderia a ponto de conseguir ressuscitar a si mesmo.

      Além disso as tradições sobre o Messias eram de que ele seria um líder político e militar que livraria o povo do jugo de Roma. Quando Jesus foi preso, é possível que os discípulos tivessem perdido totalmente a esperança de que ele fosse realmente o Messias.

      "18. A ideia de um Messias ressuscitado era difícil de vender para os judeus e absurdo para os gregos - A hsitória está cheia de novos conceitos absurdos para as gerações anteriores que acabam por se tronar moda. na minha cidade agora é moda os jovens andarem coma s calças em baixo, vendo-se o rabo. Isso prova o quê ?"

      Mesmo que a história esteja cheia de exemplos assim, isso é irrelevante porque os discípulos NÃO SABIAM disso. Então eles não iriam usar esse artifício se fossem inventar uma religião nova. Eles eram homens sem estudo, em maioria, e sem criatividade. Não havia como inventarem uma ideia totalmente nova assim, na qual eles nem mesmo acreditariam dias antes da ressurreição. Mais uma vez, é uma EVIDÊNCIA (e não "prova") de que os discipulos não inventaram a história.

      "19. Ele poderia ter saído do sepulcro apenas pela ressurreição - Poderia ter sido salvo por discípulos que subornassem os guardas."

      Esse argumento é contra a "teoria do desmaio" de Jesus. Sobre os discípulos, já falei porque isso é improvável ao responder o ponto 6.

      "20. A própria existência e crescimento da Igreja Cristã não faz sentido se ele não ressuscitou - Todas as grandes religiões surgiram como pequenas seitas antes de se tornarem grandes. A religião egipcía ou a grega também evoluiram até se tornarem grande religiões. Isso prova que Júpiter e Anúbis existem ?"

      Esse argumento é contra a hipótese da ressurreição ser uma invenção posterior. No texto foi argumentado que se a ressurreição fosse uma invenção posterior, não haveria explicação para o surgimento do Cristianismo. A ressurreição foi causa, e não consequência do cristianismo.

      "21. Os discípulos não tinham nada a ganhar com a fabricação de uma história e começar uma nova religião - Tretas. Todos os dias surgem novas seitas religiosas e políticas. E muitos dos seus criadores morrem sem ganharem nada com isso. Quanto aos criadores da religião cristã, foram adorados como santos ainda em vida, com todo o poder social sobre a sua comunidade que isso implica. Se isso não é ganhar nada..."

      Não foram adorados em nenhum momento em vida. E sempre que tentavam adorá-los eles recusavam (veja Atos 14.8-18). Tudo que eles ganharam foi perseguição, fome, prisão, tortura e morte. E as pessoas que eles converteram ganharam a mesma coisa, na maioria das vezes. Mas mesmo assim eles estavam felizes fazendo aquilo, tinham uma convicção inabalável de que o que faziam era certo, porque viram com seus próprios olhos o Jesus ressuscitado que lhes ordenou que fizessem aquelas coisas.

      (continua)

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    3. "22. O testemunho unânime dos primeiros líderes cristãos - Todos os líderes tinham a ganhar em apresentar a sua religião como verdadeira. Isso é óbvio."

      O que é óbvio é que se houvesse qualquer traço de mentira naquela história, e algum líder interessado e ganho pessoal na história, seria muito mais lucrativo pra ele expor a mentira do que continuar pregando ela. Porque enquanto pregava, ele sofria perseguição das autoridades judaicas e do Imperio Romano, e seu destino certo era a morte. Mas se ele expusesse provas de que a ressurreição era uma mentira, ele ganharia privilégios tanto do Império Romano quanto das autoridades judaicas (que estavam interessadas em eliminar o cristianismo). Não havia qualquer vantagem material em continuar pregando o Cristo ressuscitado.

      Abraços, Paz de Cristo.

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    4. Com a minha resposta queria apenas dizer que não existe "evidência-prova" nenhuma.



      Todos os pontos que você indicou podem significar muitas outras coisas e eu demonstrei-o. todos os pontos que você apresente de novo eu posso fazr a mesma coisa, porque não existem PROVAS.

      Apenas especulação.

      Vocês pegam em coisas como alguém, com interesse pessoal na propagação dessa lenda ter escrito que outro disse que um sepulcro estava vazio para concluirem que então o morto só pode ser deus.

      Isto é especulação pura.

      É muito mais provável que toda a história tenha sido inventada ou o corpo roubado.

      Seja como for, se existisse um deus que quer ser conhecido, como vocês dizem que existe, não nos deixava envolvidos nestas miríades de especulações que vocês têm de fabricar para dizer que existe.

      Simplesmente aparecia a todos os humanos, se fosse preciso a toda a hora. Não nos deixava a especular no significado do diz que o outro disse que um túmulo estava vazio, como são praticamente todas as vossas "evidências"

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    5. Qual a sua definição de "provável"?

      Eu quis mostrar, em todo esse texto, que as hipóteses de história inventada e de corpo roubado são menos prováveis, porque elas levantam MAIS PROBLEMAS, em vez de resolvê-los. Como algo é mais provável se explica menos?

      A hipótese mais provável sobre a ressurreição é que ela ACONTECEU, justamente porque ela explica TODOS os possíveis problemas em relação a cada detalhe da história. Foi isso que eu mostrei nos 23 pontos do texto, e mostrei DE NOVO nas 23 respostas às suas objeções.

      Abraços, Paz de Cristo.

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  3. Eu ia redigir contra argumentações conforme os post que o Pedro magistralmente fez, e muito bem.
    Então, vou me colocar aqui como um livre questionador e solicitar por respostas aos donos da verdade divinos.

    1 - Se Jesus era realmente filho de Deus e sendo este a entidade mais poderosa do que há, por que ressuscitar apenas para quem já acreditava nele? Tipo, não seria melhor ter ressuscitado magistralmente na frente de incrédulos, judeus e os soldados romanos, para que assim vissem que ele era o filho do todo poderoso? A meu ver, uma ação tão inédita (ok, todos os outros 3 mil deuses morrem e ressuscitam, mas tudo bem) deveria ser mais vista do que para meia dúzia de crédulos.

    2- Qual o motivo real para a ressurreição? Se for provar que Jesus tinha superpoderes, ele poderia ter saído da cruz logo após morrer e não ter que esperar 3 dias (como relatam outras histórias como hórus, krishna, apollo, Odin, Mitra) ou ter feito milagres grandiosos além de mudar a cor da água.

    3- Veja o seguinte trecho:
    "abriram-se os túmulos e muitos corpos de santos, já falecidos, foram ressuscitados;
    e saindo dos túmulos depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos."
    Mateus 27:52-53

    A Bíblia relata um apocalipse zumbi em plena ressurreição do Messias, ou seja, além de Jesus, muitos outros ressuscitaram E APARECERAM A MUITOS. Com base nisso:
    a) Por que houve a ressurreição de outras pessoas?
    b) Para onde elas foram? Se foram aos céus, então Jesus não teria sido o único a vencer a morte, correto?
    c) A ressurreição de pessoas e estas aparecendo aos vivos teria batido recordes de registros históricos. Por que isso não ocorreu?
    d) Seguindo a lógica da letra c, por que apenas Mateus registra essa ressurreição em massa? Será que os demais não acharam este acontecimento digno de registro nos outros evangelhos?

    4 - Um dos motivos que levam ao ateísmo é a ausência de provas da existência de deuses. Entretanto, diante disso muitos alegam que Deus não precisa de dar provas de sua existência. Diante disso, qual seria então a utilidade de mostrar que Ele poderia ressuscitar pessoas?

    5 - Hoje temos muitos meios de registrar fatos. E infelizmente, ninguém ainda retratou uma ressurreição de alguém morto a mais de algumas horas (ainda mais de 3 dias), pois biologicamente isso é impossível. Se Deus quis mostrar que ele é superior às leis biológicas ressuscitando seu filho, então por que o fez de maneira tão fortuita, mística e questionável?

    6 - Após a morte de Jesus, Marcos, Matheus e Lucas descrevem grandes aflições como terremotos e destruição do Templo. Entretanto, João (19:32) não descreve nada de repentino, inclusive relatando que os ladrões tiveram de ter as pernas quebradas para morrerem mais rápido por causa do sábado, adiantando a crucificação. Talvez joão estivesse muito distante para sentir os tremores? E como os demias discípulos souberam que os tecidos do templo estavam sendo rasgados no momento em que Jesus morreu?

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    1. Pois.

      Nomeadamente existem relatos não consistentes em todos os evangelhos e que relatam coisas impossíveis.

      Por exemplo, a sua citação de Mateus que diz que o Sol desapareceu durante três horas e que os mortos ressuscitaram e foram para a cidade.

      Uma contecimento destes lançaria o pânico na cidade e em todo o império romano.

      Todos os políticos e historiadores da época se refeririam a um facto chocante como este.

      Ao invês disso, só o pobre Mateus parece que viu os mortos a sair da necrópole e parece que o Sol só desapareceu em cima dos discípulos, mais ninguém no império romano notou três horas de noite a meio do dia...

      Evidentemente que estamos perante uma fábula mitológica, para não dizer uma mentira de propaganda religiosa.

      Ora, se isso é verdade no relativo aos "prodígios" também o será relativamente à ressurreição de cristo.

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  4. Vamos deixar claro algumas coisas: Vc usa como fonte de "evidencias e/ou provas" os própios relatos biblicos. Vamos ressaltar que os relatos biblicos que contem a ressurreição e divindades de cristo, foram definidas em concilios por constatino e outros imperadores. Qualquer documento que trouxesse informações contrárias a isso foram consideradas como heréticas e seus seguidores perseguidos e mortos ou confinados, e as obras queimadas ou apreendidas (qualquer estudante de historia do mundo antigo sabe disso). O concilio de niceia, assim como outros, foram para definir as divergências sobre tudo aquilo que hoje se tem como doutrina; antes disso era uma verdadeira "babel" de informações e crenças sobre jesus e seus ensinamentos. Então essa ideia de paralelismo nos relatos biblicos como fonte de evidência é furada. E pra terminar, Flávio Josefo, como um grande historiador, nao iria reservar um parágrafo de um livro maior que a própia biblia (historia dos hebreus) para um acontecimento tão "grandioso" do seu tempo.

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    1. Caro Eduardo.

      Apesar de você afirmar que qualquer estudante de história sabe disso, isto é uma mentira das mais cabeludas.

      Aliás, te desafio a trazer aqui qualquer evidência do que você está falando, de que os relatos bíblicos foram criados ou alterados por Constantino. Veja alguns textos de parceiros meus que podem te auxiliar a entender isso:

      http://logosapologetica.com/mitos-concilio-niceia/

      http://entreomalhoeabigorna.blogspot.com.br/2014/12/o-canon-do-novo-testamento-foi.html

      http://entreomalhoeabigorna.blogspot.com.br/2014/11/o-cristianismo-foi-fundado-no-concilio.html

      Abraços, Paz de Cristo.

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    2. "...condenou as propostas arianas, e declarou-as heréticas, obrigando à queima dos livros que as continham e promulgando a pena de morte para quem os conservasse. Definiu ainda o chamado "Símbolo de Niceia".2

      As várias dúvidas suscitadas pelo Sínodo de Niceia reacenderam as lutas, com os prelados acusando-se mutuamente de hereges. Várias fórmulas dogmáticas foram ensaiadas para complementar a de Niceia, acentuando ainda mais as divisões, num conflito que expôs cada vez mais as diferenças entre o Ocidente latino e o Oriente grego, envolvendo disputas de primazia hierárquica e de política." Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Arianismo
      "...O segundo estágio da controvérsia sobre a Páscoa se centrou no Primeiro Concílio de Niceia, realizado em 325 dC. Dado que o grande festival da Páscoa deveria ser sempre celebrado no domingo e não deveria obrigatoriamente casar com uma dada fase da lua que pudesse ocorrer em qualquer dia da semana" Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Controv%C3%A9rsia_da_P%C3%A1scoa (Só um lembrete: Jesus nao deu instrução nenhuma sobre a data da páscoa, mas sim em como faze-la)
      "...O ponto sobre o qual elas divergiram da Igreja era sobre a facilidade com que cristãos relapsos (os lapsi) eram perdoados e podiam retornar ao seio da Igreja 1 . A seita era conhecida por melecianismo e foi citada por Epifânio de Salamina em sua grande obra, Panarion (Haer., LXVIII).

      A questão meleciana foi resolvida definitivamente no Primeiro Concílio de Niceia em 325 d.C."
      Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Melecianismo
      Em fim.. poderia continuar a colocar diversas coisas que o concilio de nieceia formulou como dogma e doutrina, a biblia nao era suficiente para isso.

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    3. Eduardo, voçê nem ao menos se deu o trabalho de examinar os textos nos sites citados pelo David???!!! Saia dessa de CRTL + C e CTRL + V e seja inteligente!

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    4. Serio que o "argumento" dele é baseado em um artigo da Wikipedia ou é minha imaginação?

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  5. Quando iniciei minha pesquisa diletante acerca da origem do cristianismo, eu já tinha uma ideia formada que pode parecer esdrúxula: a perseguição aos judeus. Portanto, nada de Bíblia, teologia e história das religiões. Todos os que haviam explorado esse caminho haviam chegado à conclusão alguma. Contidos num cercadinho intelectual, no máximo, sabiam que o que se pensava saber não era verdade. É isso o que a nossa cultura espera de nós, pois não tolera indiscrições. Como o mundo não havia parado para que o Novo Testamento fosse escrito, o que esse mesmo mundo poderia me contar a respeito dessa curiosidade histórica? Afinal, o que acontecia nos quatro primeiros séculos no mundo greco-romano, entre gregos, romanos e judeus? Ao comentar o livro “Jesus existiu ou não?”, de Bart D. Ehrman, exponho algumas das conclusões as quais cheguei e as quais o meio acadêmico de forma protecionista insiste ignorar.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

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  6. Quando iniciei minha pesquisa diletante acerca da origem do cristianismo, eu já tinha uma ideia formada que pode parecer esdrúxula: a perseguição aos judeus. Portanto, nada de Bíblia, teologia e história das religiões. Todos os que haviam explorado esse caminho haviam chegado à conclusão alguma. Contidos num cercadinho intelectual, no máximo, sabiam que o que se pensava saber não era verdade. É isso o que a nossa cultura espera de nós, pois não tolera indiscrições. Como o mundo não havia parado para que o Novo Testamento fosse escrito, o que esse mesmo mundo poderia me contar a respeito dessa curiosidade histórica? Afinal, o que acontecia nos quatro primeiros séculos no mundo greco-romano, entre gregos, romanos e judeus? Ao comentar o livro “Jesus existiu ou não?”, de Bart D. Ehrman, exponho algumas das conclusões as quais cheguei e as quais o meio acadêmico de forma protecionista insiste ignorar.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

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